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Inovação

Adoção digital e indústria 4.0: quais setores estão na frente?

14/10/2020

As fábricas inteligentes representam o futuro da produção, no que se considera a Quarta Revolução Industrial. Mas a indústria 4.0 está longe de ser uma prática bem difundida, com grandes variações entre regiões do globo e até setores industriais.

Quer saber mais sobre o atual contexto da indústria 4.0 e como anda a adoção digital no Brasil e no resto do mundo? A seguir, trazemos algumas curiosidades a respeito. Confira!

O que é indústria 4.0?

A definição de indústria 4.0 está ligada às tecnologias utilizadas na indústria. O conceito não se refere exatamente a determinado processo de fabricação, mas à implementação das soluções mais modernas hoje em dia para a produção de bens.

Ela evolui sobre a revolução digital que marcou a Terceira Revolução Industrial e adota recursos inovadores para fazer avançar à indústria, como:

Isso é necessário porque a capacidade de gestão, estratégia e mão de obra humana só podem chegar até certo limite. Porém, com a competitividade dos negócios em jogo, é preciso desenvolver-se continuamente.

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A automatização e o autoaprimoramento pela máquina ganham destaque na indústria 4.0. (Foto via Freepik)

Regiões e setores mais desenvolvidos

O grande desafio à maior difusão da indústria 4.0 está na necessidade de maiores investimentos em tecnologia e de profissionais de ponta para executá-la. De acordo com uma pesquisa da Deloitte com líderes executivos de 19 países, apenas 17% deles fazem investimentos efetivos em tecnologia nesse sentido.

O pouco que se aplica, então, é sobretudo nos mercados norte-americano, europeu e chinês, conforme revela um relatório da IoT Analytics. Com destaque, aparecem empresas como Siemens, General Electric e Boeing como as mais bem resolvidas dentro da indústria 4.0.

Em termos de setores à frente dessa revolução industrial, o automotivo é o que mais têm empregado as novas tecnologias. Marcas como Tesla, BMW e Toyota são alguns exemplos disso. Em seguida, aparecem as indústrias de computadores, eletrônicos, mineração, máquinas e energia. Microsoft, IBM e Huawei também são dignas de nota.

Enquanto isso, dados da Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) mostram que menos de 2% das empresas no Brasil estão inseridas de fato na indústria 4.0. Portanto, há um longo caminho pela frente no País, com enorme potencial de ganho em produtividade e muitas outras otimizações.

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Benefícios da indústria 4.0

Mesmo diante do desafio de desenvolver essa indústria inteligente, há muitas vantagens em seguir nessa direção.

A perspectiva é de que a indústria 4.0 traga menores custos para as fábricas que a adotam, apesar do investimento inicial em novas tecnologias. No longo prazo, isso é compensado com a automatização de tarefas que geram maior produtividade e necessitam menos mão de obra.

Toda a operação pode ser monitorada em tempo real, nos mínimos detalhes e de forma integrada pela internet. Além de dar mais controle e comodidade aos gestores, isso permite, por exemplo, conectar as demandas de vendas diretamente à quantidade de produção, sem intermédio humano e com agilidade.

Outras vantagens, em especial das impressoras 3D, são a personalização e a descentralização da produção. Certos produtos não precisariam mais surgir no chão de fábrica — eles poderiam ser impressos no próprio ponto de venda, de acordo com as necessidades do cliente.

Leia também: O incrível futuro das impressoras 3D

E quais serviços são líderes em adoção digital?

Agora, o que acontece fora da indústria de produção, nos diversos serviços? Como está o nível de adoção digital entre eles?

Na retaguarda da transformação está o segmento de seguros, com os menores índices de adoção digital, segundo dados da Cicero Research. Na outra ponta, temos os grandes varejistas on-line, como a Amazon, fazendo amplo uso das novas tecnologias disponíveis.

Também merecem destaque as inovações em educação virtual, aceleradas agora pelo contexto da pandemia, nas finanças e serviços bancários, na telemedicina e nas empresas de comunicação, mídia e entretenimento.

Nesses segmentos, de uma forma ou de outra, a inteligência artificial tem desempenhado um importante papel, proporcionando soluções cada vez mais customizadas e práticas.

Uma dessas soluções que a NSC oferece aos anunciantes é o Simulador de Campanhas. Ele permite elaborar estratégias mais eficientes de mídia conforme a realidade de cada marca por meio de um algoritmo inteligente. Utilizando uma vasta base de dados de outras campanhas, esse algoritmo então sugere uma opção de estratégia adequada ao novo caso.

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