logo Negócios SC
Simule sua Campanha

voltar

Negócios SC

Negócios SC

Inovação

Como sua empresa se insere na tendência do metaverso?

05/05/2022

Que o metaverso é uma das maiores tendências mundiais, isso já não está em discussão. De acordo com uma estimativa da Gartner, 25% dos usuários de internet vão passar pelo menos uma hora diária no metaverso até o ano de 2026. Inclusive, a Kantar IBOPE Media revela que 4,9 milhões de brasileiros já tiveram alguma experiência no universo virtual.

A proposta do metaverso é criar ambientes digitais em 3D para que pessoas reais possam interagir nele — e com ele — por meio de avatares. A ideia em si não é nova: em 2003, o jogo Second Life já oferecia uma experiência nesse sentido. Mas agora não só as tecnologias evoluíram para permitir uma experiência mais imersiva, como as aplicações também se diversificaram.

—  É muito importante entender que o metaverso vai muito além dos games. A gente está falando da criação de metassociedades: sociedades digitais, metatrabalho e muitas outras interações — explica Gustavo Teixeira, gerente de marketing da NSC, ao Tech SC.

Então, quais são as possibilidades para sua empresa dentro dessa tendência do metaverso? Descubra a seguir.

O metaverso como ecossistema

Embora a Meta, dona do Facebook e Instagram, tenha sido responsável por impulsionar esse movimento recente do metaverso, ela não está sozinha na criação dessa nova realidade. Para a concretização do metaverso é preciso todo um ecossistema de empresas por trás.

Nesse aspecto, Jon Radoff mapeia sete categorias no mercado do metaverso:

  • Infraestrutura: empresas como AWS, Azure, Intel, IBM, Verizon e AT&T. Elas cuidam da parte de armazenamento, processamento e transmissão de dados.
  • Interface: as tecnologias, como o Oculus, que servem de interface para as experiências em realidade virtual, realidade aumentada ou realidade mista. É o hardware do metaverso.
  • Descentralização: tudo que move esse ecossistema em direção a uma estrutura mais democrática e bem distribuída. Aqui entra a Ethereum, plataforma de blockchain, a Ubuntu, a OpenSea etc.
  • Computação espacial: inclui as ferramentas 3D, inteligência artificial, entre outras, que permitem criar esse ambiente virtual e as interações que ocorrem nele. Unity, Google AI, OpenAI e Unreal são alguns nomes por trás dessa categoria.
  • Economia de criadores: soluções que possibilitam aos criadores digitais produzir e monetizar suas criações nesse espaço on-line. Aqui estão Epic Games, Roblox, entre outras empresas.
  • Descoberta: Facebook, Google, Steam e outras plataformas em que as pessoas aprendem sobre a possibilidade das experiências no metaverso.
  • Experiência: por fim, é a categoria que representa o espaço de interação propriamente dito. Fazem parte dela Meta, Fortnite, Minecraft e tantos outros casos.

Essa categorização ajuda a explicar por que somente agora o metaverso está ganhando tração. Para que houvesse a difusão da experiência na ponta do usuário, era preciso toda uma infraestrutura de computação na nuvem, conexões mais velozes e mais estáveis, a evolução da inteligência artificial e das ferramentas 3D, além da maior utilização de blockchain.

Leia também: E-commerce ganha nova experiência com loja no metaverso

Empresas que estão construindo o metaverso. (Via Jon Radoff no Medium)

Experiências imersivas no metaverso

Quem não está ativamente desenvolvendo esse novo universo on-line também pode participar dele. Melhor dizendo, as demais empresas devem procurar formas de ocupar o metaverso. Afinal, nele está a nova fronteira da disputa pela atenção do consumidor, assim como ocorreu com a popularização das redes sociais.

Em compensação, é um ambiente que permite como nenhum outro engajar o consumidor.

No metaverso, as marcas têm a possibilidade de criar experiências personalizadas 100% digitais ou integradas ao mundo real. A Adidas mostrou isso no Lollapalooza 2022 com a imersão no adiverse, em que os participantes do festival podiam criar avatares personalizados com roupas da grife. É uma liberdade para interagir com a estética da marca como pouco se vê — e que não seria possível na vida real dentro de um evento desse porte.

Outras marcas estão utilizando o metaverso para criar lojas virtuais imersivas, onde se aproxima cada vez mais a experiência do varejo físico à do e-commerce. Por exemplo, a Lancôme tem um provador de maquiagens pelo site, personalizando a jornada de compra na internet.

Mas o futuro do metaverso está na interação entre usuários e entre consumidores e marcas. É a possibilidade de enfim criar uma segunda vida no ambiente digital, em que a imaginação é o limite. E é para isso que se encaminha o metaverso artístico que a NSC está desenvolvendo, em uma iniciativa pioneira no Brasil. 

Leia também: Novidade da NSC ajuda a colocar sua marca no metaverso

Conheça a Meta Art City

A Meta Art City é a primeira galeria de obras digitais no metaverso brasileiro, projeto da NSC que busca democratizar o trabalho de artistas no ambiente on-line.

Nesse espaço 3D é possível expor e vender obras virtuais em NFT, tudo por meio de galerias customizadas onde o público pode passear. O primeiro artista a expor na Meta Art City foi Luciano Martins, que já atraiu mais de uma centena de visitantes para a experiência.

No futuro, a galeria virtual prevê a possibilidade de os usuários criarem avatares personalizados para interagir entre si em eventos de arte, festas, shows e lançamentos de marcas.

Visite a Meta Art City e conheça as oportunidades que ela reserva no metaverso também para seu negócio.


Negócios SC


Já ouviu o podcast Negócios SC? Conteúdo direto ao ponto com convidados super especiais Ouça aqui
Sucesso! Sua mensagem foi enviada.
Ops! Nós tivemos um problema mensagem não enviada.
Negócios SC NSC Comunicação linkedin facebook youtube infograico