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Spot de rádio: como achar o tom de voz ideal (com exemplos)

11/06/2019

Se ainda há alguma dúvida de que anunciar na rádio é uma ótima maneira de vender mais em Santa Catarina, os cases de sucesso que temos aqui no blog mostram que um bom spot se converte sim em vendas e oportunidades de negócio.

Isoladamente ou, melhor ainda, de forma integrada com outros meios e veículos de comunicação, spots de rádio trazem muitas vantagens para sua empresa, entre elas:

  • Têm amplo alcance à população;
  • Chamam a atenção do ouvinte;
  • São um investimento acessível;
  • Apresentam agilidade na hora de anunciar;
  • Podem ser ouvidos em diversas plataformas.

Neste artigo, mostraremos como maximizar os resultados da sua campanha de marketing e aproveitar tais benefícios com uma dica bastante prática: como achar o tom de voz ideal para seu spot de rádio. Vamos lá?

Leia também: Como e por que fazer spots de rádio (com dicas)

Tom de voz para spots de rádio

Antes de continuarmos, vale deixar clara uma definição. Para encontrar o tom de voz ideal, primeiramente é preciso ter a voz da marca bem estabelecida.

Lembrando a diferença entre voz da marca e tom de voz:

  • Voz da marca: É a representação da personalidade, descrita sucintamente em algumas características (por exemplo: eficiente, prestativa e bem-humorada);
  • Tom de voz: É a medida específica da aplicação dessas características, em uma definição mais elaborada e ajustada a cada mensagem.

No contexto da rádio, o tom de voz se refletirá na própria voz da narração. O anúncio deve balancear estes dois aspectos: a representação da marca e a forma de transmitir a mensagem que possibilite a maior identificação pelo público-alvo.

Parece complicado? Não se preocupe, isso ficará mais evidente com os exemplos abaixo.

Entendendo o público-alvo

Se você já acompanha o Negócios SC, deve saber por que batemos na tecla da necessidade de definir seu público-alvo. O que deve se perguntar agora é como esse entendimento da sua audiência se traduz em um spot de rádio de sucesso.

Tudo começa com a definição da voz da marca. Por exemplo, o Guaraná Antarctica pode ser “divertido, saboroso e amigável”, enquanto o carro Ford Focus poderia ser descrito como “tecnológico, inovador e eficiente”. Isso é o que a Antarctica e a Ford desejam transmitir ao público, mas como fazer isso?

Bem, falando a língua dele. Para tanto, é preciso entendê-lo.

Vejamos o caso do refrigerante. Há inúmeras formas de representar cada uma dessas três características. “Divertido” poderia ser uma piada no roteiro, “saboroso” poderia descrever os ingredientes seletos usados na fabricação e “amigável” poderia tentar usar gírias para se aproximar do público. E o que a Antarctica faz?

A empresa entende que fala com todo o Brasil, nas mais variadas faixas etárias e classes econômicas. Deve ser “divertida” para o maior número de pessoas, sem um humor restritivo, “saborosa” de um modo que todos possam entender e “amigável” sem se limitar a uma única região. Por isso, seus jingles se tornaram exemplos marcantes de spot para rádio, porque falam com todo mundo sobre o que a marca é.

A diversão está na música, animada e fácil de acompanhar. A amizade está implícita nos programas envolvidos com o Guaraná Antarctica, como uma festa ou filme com amigos. E para o sabor temos a relação com outros alimentos, trechos sensoriais “pipoca com sal, que sede que dá”, além de efeitos sonoros bastante expressivos.

Envolvendo tudo isso, há uma voz feminina cantando o jingle, sem qualquer característica marcante além da animação. Isso porque, ressaltamos, a Antarctica fala com todo mundo.

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Segmentando o anúncio de rádio

E quando a marca precisa restringir seu público? Por exemplo, o que faria a Ford com seu veículo Focus, que acima descrevemos como “tecnológico, inovador e eficiente”?

Estudando o público interessado em automóveis, descobrimos que em sua maioria são mulheres, de 35 a 59 anos, graduadas e de classe A/B. Além disso, diferentemente da compra de um refrigerante, adquirir um carro envolve argumentos racionais.

O spot de rádio do Ford Focus encontrou o tom ideal, curiosamente, no próprio carro. A princípio, a comunicação não poderia ser demasiado jovial ou centrada apenas no universo masculino e comportaria uma linguagem mais técnica e argumentativa. A partir daí, foi-se muito além do básico, confira.

Esse spot é exemplar por diversas razões, entre elas:

  • Segmenta o público por meio da linguagem do roteiro;
  • Causa impacto desde o começo pela singularidade da voz;
  • Representa os aspectos “tecnológicos e inovadores” de forma criativa;
  • Apresenta argumentos relevantes para a buyer persona;
  • Tem uma chamada para ação clara ao final.

Outro anúncio de rádio que vale destacar nesse quesito é o “Vidas Cruzadas”, da Protex. A temática também é adulta e racional, mas aqui a ideia é apresentada por meio de um storytelling com diversos personagens adultos interagindo em atividades comuns à audiência, o que cria imagens fortes na mente do ouvinte, fixando a importância do produto.

Encontrando as vozes certas para locução

Vimos até aqui que é importante ter um tom de voz do spot de rádio que seja adequado ao público. Isso quer dizer que pessoas precisam também se identificar ou simpatizar com a voz dos atores, essa manifestação sensorial dos conceitos abstratos da sua estratégia de comunicação.

No exemplo da Antarctica, temos uma voz neutra e animada. No anúncio do Ford Focus, uma voz que passa domínio sobre o assunto e com toque de tecnologia. Para a Protex, a prioridade eram vozes próximas dos seus clientes e uma linguagem cotidiana.

Mas, às vezes, seu anúncio requer uma interpretação mais caracterizada para dar vida à sua ideia. É o caso deste divertido spot da Purina.

O público é, no mínimo, acima de 18 anos. Porém, é uma decisão de compra em uma relação muito emocional com os animais de estimação.

A Purina traz esses elementos em um diálogo bastante interpretado e cheio de emoções entre a dona e seu cachorro. O anúncio representa então o público não só com uma voz que poderia ser a da própria ouvinte, como também a forma com que ela se comunicaria com o animal.

Por fim, um narrador fecha o spot com um tom tranquilo e confiante, contextualizando o produto em tudo que ouvimos até ali. Para chegar a esse resultado, somente com uma produção profissional e competente, além de atores de talento cujas vozes combinam com os papéis de cada um.

Uma dica essencial é sempre pedir antecipadamente gravações ou testes de voz às produtoras, para encontrar aquela que se encaixe melhor em seu roteiro.

Baixe nosso mídia kit de rádio

Seguindo estas dicas e se inspirando nos exemplos famosos de spots de rádio, sua empresa poderá achar o tom de voz ideal para a comunicação e criar anúncios de sucesso.

Agora quer saber muito mais sobre este assunto e descobrir como anunciar nas rádios que os catarinenses amam? Confira nosso mídia kit de rádios e aproveite as oportunidades da NSC para seu negócio.


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