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Economia catarinense volta a crescer na pandemia

28/09/2020

Boas notícias para o cenário de negócios em Santa Catarina! Graças ao alto desenvolvimento do Estado, a economia catarinense já está em processo de recuperação, antecipando as expectativas para a retomada ante a pandemia.

A seguir, reunimos alguns índices recentes que comprovam esse crescimento econômico, trazendo mais tranquilidade para o consumidor e para o empreendedor.

Aspectos da economia catarinense

Há algum tempo a economia catarinense já é destaque nacional. Como observa o Observatório FIESC, Santa Catarina tem a 6ª maior economia do Brasil e o 4º maior PIB per capita entre os estados, atrás apenas de Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro.

Além disso, Santa Catarina vem apresentando índices de crescimento econômico maiores que a média nacional e, por isso, tendo menores impactos em cenários de crise. Esse conjunto de fatores colocou o Estado em um ponto de partida mais confortável para encarar também a pandemia causada pelo novo coronavírus.

Estela Benetti, especialista em economia de Santa Catarina, observa essa resiliência econômica em sua coluna no NSC Total. Valendo-se do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR), ela compara os dados de abril a junho para mostrar como o Estado reagiu à crise melhor que o Brasil, inclusive nos meses mais severos da pandemia.

“[Em abril], a economia de SC caiu 5,3% frente ao mês anterior e cresceu 3,5% em maio e 4,8% em junho. O Brasil, nesse mesmo dado, caiu 9,7% em abril, cresceu 1,3% em maio e 4,9% em junho”, comenta a especialista.

Outro dado favorável para a economia catarinense diz respeito à arrecadação total do Estado. Em agosto deste ano, o montante chegou a R$ 2,4 bilhões, um crescimento de 8,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

Saiba mais: Conheça Santa Catarina: população, economia, mídia e mais!

Retomada econômica em Santa Catarina é mais rápida. (Foto via Freepik)

Emprego e renda durante a pandemia

Embora a perda de renda por causa da pandemia tenha afetado uma parcela considerável da população brasileira, a força da economia catarinense abrandou esse impacto em seu território.

Corroborando essa afirmativa, a população de Santa Catarina foi proporcionalmente a que menos dependeu do auxílio emergencial entre todos os estados, segundo a Pnad-Covid19, divulgada pelo IBGE. Outro sinal positivo vem da Fecomércio SC, revelando que o índice de endividamento das famílias catarinenses caiu durante a pandemia, assim como a inadimplência, que despencou de 20,3% das famílias em fevereiro para 10,6% em julho — o menor percentual da história da avaliação.

A Pnad-Covid19 ainda revela que Santa Catarina apresenta o menor índice de desemprego do País, alcançando a taxa de 8,2% em agosto. O Estado chegou a registrar em julho um saldo positivo de emprego formal, com 10.044 novas vagas, conforme mostram os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Deve-se notar, no entanto, que a distribuição desses empregos não é uniforme. Enquanto a indústria puxa o crescimento de tais índices, setores mais afetados pela pandemia, como hotelaria e alimentação, ainda encontram maiores dificuldades.

Mesmo assim, Leonardo Regis, economista da Fecomércio SC, conta como Santa Catarina está à frente do Brasil também nesse quesito. “Um a cada quatro brasileiros que estavam trabalhando no setor de alojamentos (hotéis) e alimentação deixou de trabalhar nos últimos meses. Em Santa Catarina esse impacto foi menor, de 15% ao invés de 25%”, ele comenta ao NSC Total.

Por fim, é válido destacar que os catarinenses continuam buscando saídas para a crise, empreendendo por conta própria. Em agosto, houve um saldo positivo de 39.436 negócios, com 56.630 aberturas de empresas contra 17.194 encerramentos, como revela o Mapa de Empresas.

Leia também: Estudo revela os 6 vetores da transformação pós-pandemia

Retomada econômica na indústria, serviços e varejo

De um modo geral, a economia catarinense vem se recuperando do primeiro baque em um ritmo melhor que o previsto.

Na indústria, um levantamento da Fiesc mostra que o índice de confiança industrial, a intenção de investir e a perspectiva do número de empregados no setor são maiores que os patamares nacionais.

Enquanto isso, o setor de serviços em Santa Catarina, até julho, de acordo com os últimos dados divulgados na Pesquisa Mensal de Serviços, cresceu pelo terceiro mês consecutivo, acima da média nacional.

O varejo catarinense também apresentou alta, com crescimento de 5,2% no varejo restrito e de 7,2% no varejo ampliado, em relação a junho. No varejo restrito, que abrange categorias como supermercados, farmácias, vestuário, móveis e eletrodomésticos, a economia catarinense teve o melhor resultado do Brasil entre janeiro e julho, com alta nas vendas de 3,4%.

Ainda de acordo com o IBGE, por meio da Pesquisa Mensal de Comércio, o comércio catarinense ampliado está em retomada econômica por sucessivos meses. O desempenho de Santa Catarina foi o melhor do Centro-Sul do País em julho. Além disso, entre julho de 2020 e julho de 2019, mesmo com a crise da pandemia, o volume de vendas do comércio no Estado cresceu 12,2%.

Tudo isso indica que há uma considerável preservação de emprego e renda, e a economia catarinense recupera-se mais rapidamente que o resto do Brasil.

Para saber mais sobre Santa Catarina e as oportunidades que o Estado reserva, confira o guia Conheça SC.


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