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E-commerce: veja os canais que atraem o consumidor digital

26/05/2022

No Brasil, mais de 40% da população já é consumidora digital. Isso é o que revela a 45ª edição do relatório Webshoppers, produzido pela NilsenIQ Ebit.

A cada ano, mais e mais brasileiros começam a comprar no comércio eletrônico, o que contribui para um faturamento sempre maior das vendas pela internet. No total de 2021, o e-commerce brasileiro faturou R$ 182,7 bilhões, um crescimento de 27% frente aos R$ 143,6 bilhões registrados em 2020.

Mesmo com o fim do distanciamento social provocado pela pandemia de Covid-19, o hábito de comprar por sites e aplicativos continua firme entre os brasileiros. Essa é uma realidade que veio para ficar e as empresas precisam ficar de olho no comportamento desse consumidor digital. Então, acompanhe os destaques do Webshoppers que trazemos para você.

Dados sobre o crescimento do e-commerce no Brasil

Antes da pandemia, em 2019, o Brasil contava com 61,8 milhões de consumidores no e-commerce. De repente, o novo cenário forçou a adoção digital em um ritmo sem precedentes. Logo, no final de 2020, o País passou a somar 79,7 milhões de compradores pela internet.

Em 2021, esse número cresceu ainda mais, chegando a 87,7 milhões de pessoas. Desses, a NielsenIQ Ebit considera que 12,9 milhões são novos consumidores digitais.

Esses estreantes no e-commerce, em vez de testar aos poucos o comércio on-line, já fazem compras até maiores que os compradores habituais. Entre os consumidores recorrentes, o ticket médio é de R$ 441; enquanto isso, os novos consumidores têm um gasto médio por pedido de R$ 454.

No total, o ticket médio do e-commerce brasileiro ficou em R$ 443 no ano de 2021, uma alta de 5% em relação a 2020.

O primeiro trimestre registrou o maior crescimento, com média de 68% por mês, em um dos momentos mais críticos da pandemia no Brasil. Depois, como era de se esperar, o ritmo desacelerou, mas teve outra alta expressiva no último trimestre, com média de crescimento de 22,3% ao mês.

Leia também: Lojas de departamento dominam o varejo on-line

Brasil tem mais de 87 milhões de consumidores digitais. (Foto via Freepik)

Compras pelo celular dominam o comércio eletrônico

Para quem acompanha o varejo digital, não é mais novidade que as compras pelo celular são a maioria das transações no e-commerce no Brasil. Ainda assim, vale destacar como esse domínio é cada vez maior.

Em 2021, 59% dos pedidos no e-commerce nacional vieram da navegação móvel, contra 41% do desktop. Como comparação, no ano anterior esses percentuais eram de 56% e 44%, respectivamente.

Esses dados podem ser complementados pelo estudo da Comscore sobre o comércio eletrônico brasileiro. No País, 91% dos usuários de smartphone já encomendaram alguma mercadoria por aplicativo ou site. Além disso, o consumidor digital no Brasil é recorrente: seis em cada dez proprietários de celular (63%) compram on-line algumas vezes por mês.

Até mesmo entre os consumidores da terceira idade comprar pela internet é um hábito consolidado. De acordo com a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), 84% dos indivíduos conectados dessa faixa etária no Brasil compram on-line.

Leia também: Brasil lidera acesso à internet pelo celular no mundo

Principais canais que atraem o consumidor no e-commerce

Outro ponto interessante da Webshoppers 45ª edição diz respeito à jornada de compra digital. Os dados mostram que diferentes categorias de produtos são percorridas de maneiras específicas pelo consumidor no e-commerce.

Por exemplo, para as categorias de construção e ferramentas, eletrodomésticos, eletrônicos, informática, telefonia e saúde, os sites de busca contribuem com o maior número de pedidos. Já os consumidores de alimentos e bebidas, produtos infantis, casa e decoração, moda e acessórios, e perfumaria e cosméticos passam em maior parte pelas redes sociais.

Veja o comparativo entre buscadores e redes sociais em relação ao caminho para chegar ao e-commerce:

  • Alimentos e bebidas: 11% x 17%
  • Bebês e cia: 14% x 34% 
  • Casa e decoração: 21% x 22%
  • Construção e ferramentas: 35% x 8%
  • Eletrodomésticos: 24% x 11%
  • Eletrônicos: 24% x 11%
  • Esporte e lazer: 21% x 20%
  • Informática: 27% x 10%
  • Moda e acessórios: 14% x 29%
  • Perfumaria e cosméticos: 15% x 18%
  • Saúde: 23% x 8%
  • Telefonia: 21% x 7%

Portanto, não existe uma única estratégia digital para atrair o consumidor on-line. Cada categoria e cada marca precisam descobrir o que funciona melhor no seu contexto.

Dica para vender mais no comércio eletrônico

Por outro lado, o relatório não abrange toda a jornada de compra. Por exemplo, a média entre todas as categorias dos indivíduos que digitam o nome da loja para chegar ao e-commerce é de 18,5%. Entre os que chegam por outros meios, a média é de 23,2%. Já pensou que esses consumidores podem estar vindo da televisão, da rádio ou do jornal?

A jornada de compra dos brasileiros não é só digital. Ela passa por diferentes meios on e off, e não se pode subestimar a importância de uma comunicação 360° da marca para atrair o público. Inclusive, já mostramos em outras ocasiões como 63% dos consumidores no País pesquisam na internet os produtos vistos na TV e 40% dos ouvintes de rádio em Santa Catarina pesquisaram ou compraram produtos anunciados.

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