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Coronavírus e o novo comportamento do consumidor digital

06/05/2020

O cenário gerado pelo novo coronavírus acelerou algumas tendências e criou padrões próprios de consumo. Diante disso, entender e acompanhar o comportamento do consumidor é essencial para a sobrevivência dos negócios neste momento.

Se já apontávamos as vendas pela internet como escolha do público por maior praticidade, agora é uma questão de necessidade. Saiba mais sobre o panorama desse comércio virtual diante da pandemia e confira algumas observações para sua empresa.

A tendência das vendas on-line

As vendas pela internet já vinham em um movimento de alta no Brasil. A perspectiva da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) era de um crescimento de 18% em 2020, antes da pandemia de Covid-19.

Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços, pagamentos digitais já representam 43% do consumo das famílias brasileiras. Só o uso de cartões movimentou R$ 1,84 trilhão em 2019 no Brasil, um aumento de 18,7% para 2018.

As próprias lojas tinham muito o que celebrar com isso. De acordo com o relatório NeoTrust, do Compre & Confie, o faturamento on-line em 2019 aumentou 23% em relação ao ano anterior. O número de pedidos aumentou em 22% e o número de consumidores em 43%.

Então, o que acontece com o impacto do novo coronavírus no Brasil?

Descubra: Como aumentar a busca por produtos em 400%?

O comércio eletrônico durante o coronavírus

A ABComm revela que a compra de produtos pela internet teve alta de 40% em março, comparado ao mesmo período de 2019, diante das medidas mais intensas de distanciamento social adotadas no País. Alguns segmentos de bens de consumo, como saúde, beleza, perfumaria e supermercado, tiveram crescimentos de 80% a 111%.

No entanto, itens não essenciais também tiveram um aumento súbito de pedidos. Dados da Konduto mostram que brinquedos chegaram a registrar alta de 643% e artigos esportivos de 188%.

O comportamento do consumidor digital mudou não só no sentido de que clientes habituais estão comprando mais pela internet, mas também há um fluxo de novos consumidores tendo a experiência de compra virtual pela primeira vez. São pessoas descobrindo aplicativos de e-commerce, pesquisando alternativas aos serviços de sempre e pedindo os mais variados itens no conforto do lar.

Elas compraram pela primeira vez em e-commerce, segundo a consultoria Kantar:

  • Alimentos e bebidas: 17%
  • Remédios sem prescrição: 15%
  • Cosméticos e produtos de higiene pessoal: 12%
  • Serviços: 12%
  • Roupas e acessórios: 8%
  • Eletrônicos: 8%

Isso gera uma oportunidade para novos negócios se tornarem conhecidos ou empresas já estabelecidas conquistarem mais espaço de mercado. A pandemia implica uma ruptura de status quo e as marcas que souberem se posicionar com uma boa comunicação, focada em trazer utilidade e praticidade para o público, e com uma forte presença digital se tornarão mais competitivas daqui para a frente.

A maior procura pelas compras na internet teve outro efeito sobre o funcionamento do comércio eletrônico: mais tempo para as entregas. Segundo uma pesquisa da consultoria Ebit/Nielsen, em média, alimentos e bebidas levam agora quatro vezes mais tempo para serem entregues. Além disso, o consumidor digital tem encontrado discrepâncias entre os estoques das lojas físicas e virtuais. 

As consequências da pandemia de Covid-19 ressaltam a importância de ter uma estratégia omnichannel. Sem a completa integração dos canais de venda, a capacidade de pronta-resposta da empresa, especialmente em termos de disponibilidade de produtos, fica prejudicada.

Leia também: Como divulgar um serviço de delivery (entrega em domicílio)?

Visitas a lojas virtuais pré e durante a quarentena. (Fonte: Social Miner)

Mudanças na rotina do consumidor digital

A própria forma de pesquisar e comprar pela internet mudou com esse novo comportamento do consumidor digital.

No período pré-distanciamento social, verificavam-se picos de visitas a lojas virtuais às 13h às 18h, ou seja, no horário de almoço e no fim do horário comercial. Agora, entre 17h e 22h vê-se um tráfego mais constante. De acordo com um estudo da Social Miner, “com o público em casa, o engajamento com o varejo virtual passa a ser também uma forma de distração, substituindo atividades com as quais o consumidor estaria anteriormente envolvido”.

Já os picos de vendas on-line têm se estabelecido às 14h e das 18h em diante, com mais vendas sendo concluídas entre 22h e 23h que no meio da tarde. Isso muda, inclusive, a forma de encontrar os melhores horários para anunciar. O “horário nobre” das mídias agora está mais bem distribuído ao longo do dia.

Outra mudança diz respeito aos dias que têm gerado mais conversões. A proximidade do final de semana, nas quintas e sextas, contribui com a maior porção das vendas on-line. Mas também é possível criar ofertas atraentes de produtos ou serviços para cada dia, com base em necessidades específicas do público para diferentes momentos da semana.

Quer saber então quais são as melhores formas de divulgar sua marca diante desse novo comportamento do consumidor? Consulte as soluções da NSC para seu negócio com nossa equipe pelo site ou pelo telefone (48) 3216-3216.


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