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Comunicação

As oportunidades de anunciar na rádio on-line no Brasil

28/06/2022

O consumo de mídia traz em si uma aparente contradição: embora os formatos e as tecnologias por trás deles mudem com frequência, a procura pelo conteúdo de qualidade é uma constante. 

É por isso que meios como a rádio permanecem essenciais no dia a dia do público, mesmo com todas as transformações no consumo de áudio que a realidade digital propiciou. Na era dos serviços de streaming de música, dos podcasts e do YouTube, 80% dos brasileiros nas principais regiões metropolitanas ainda escutam rádio, de acordo com a Kantar IBOPE Media.

A explicação para essa resiliência do meio está, principalmente, na qualidade do conteúdo e na sensação de proximidade entre comunicadores e ouvintes, que são alguns dos pontos fortes da rádio. Mas, também, a rádio soube acompanhar a rotina do público para não perder seu espaço.

Nesse sentido, a rádio on-line tem um papel fundamental em manter a popularidade do meio. Acompanhe a seguir os dados que mostram melhor esse cenário.

Consumo de rádio on-line no Brasil

Este é um momento histórico para a rádio no Brasil. A primeira transmissão radiofônica no País ocorreu em 7 de setembro de 1922, portanto em 2022 comemora-se o centenário de sua estreia nacional.

Tanto tempo depois, o meio continua presente na vida de brasileiros de todas as idades, perfis econômicos e regiões. Segundo a Kantar IBOPE Media, o tempo de consumo de rádio no Brasil é de 4 horas e 26 minutos por dia, em média.

Como já destacamos, a rádio on-line tem sido importante para a continuidade desse meio. De acordo com a pesquisa “Rádio Online: O som do novo”, 28% dos ouvintes revelaram que ter a possibilidade de escutá-la pela internet mudou a forma como consomem rádio.

O hábito de ouvir as emissoras pelo smartphone ou pelo computador tem se tornado cada vez mais popular, especialmente com a pandemia. Entre 2019 e 2021, o consumo de rádio on-line no Brasil cresceu 186%.

A era digital com certeza trouxe uma maior disponibilidade de conteúdos e formatos para ouvir. No entanto, a presença da rádio na internet tem atraído esse público conectado, fazendo com que ela se mantenha como uma mídia forte e cheia de oportunidades para os anunciantes impactarem uma grande audiência.

Leia também: Conheça o público e a audiência das rádios da NSC

Consumo de rádio on-line no Brasil cresceu 186% entre 2019 e 2021. (Foto via Freepik)

Onde ouvir rádio pela internet?

No estudo “Inside Radio 2021”, a Kantar IBOPE Media mostra que, naquele ano, 25% dos ouvintes de rádio consumiam esse tipo de conteúdo pelo celular. Esse foi um crescimento de dois pontos percentuais em relação a 2020.

O smartphone é, de fato, o dispositivo favorito para ouvir rádio pela internet no Brasil. A pesquisa “Rádio Online” detalha essa preferência agora em 2022.

Dispositivos usados para ouvir rádio on-line:

  • Smartphone ou tablet: 57%
  • Desktop ou laptop: 35%
  • Outros aparelhos: 14%

No entanto, se compararmos com os resultados de 2021, percebemos uma migração dos ouvintes para outros dispositivos. Entre eles, temos os smart speakers, que têm sido usados também para escutar rádio. Naquele ano, 66% dos ouvintes digitais acessaram o meio pelo celular, 37% pelo computador e 8% por demais equipamentos.

Além disso, em 2021, 36% dos ouvintes já tinham aplicativos de rádio nos seus dispositivos. Esse número é um salto de 86% na adoção de apps em relação a 2017.

A presença da rádio na internet é uma excelente oportunidade para anunciantes, porque une a visibilidade da mídia essencial com a possibilidade da conversão on-line. Nesse sentido, o ouvinte digital também tem maior afinidade com as compras virtuais. Seis em cada dez ouvintes de rádio on-line (59%) concordam com a afirmação “comprar on-line faz minha vida mais fácil”, enquanto esse percentual cai para 48% entre a média dos ouvintes off-line.

Leia também: Quer vender mais? Inspire-se com estas 7 marcas na rádio

Perfil dos ouvintes conectados

Outra diferença entre os ouvintes on-line para a audiência geral da rádio é que, na internet, o público tem um perfil aquisitivo maior e mais jovem.

No total de ouvintes das 13 regiões metropolitanas analisadas pela Kantar IBOPE Media, 40% da audiência pertence às classes A e B, 43% está na C e 17% em D e E.

Enquanto isso, na rádio on-line, 67% dos ouvintes são das classes A e B, 30% da C e apenas 3% das classes D e E.

Já com relação às faixas etárias, no geral, 43% do público tem até 39 anos e os restantes 57% estão na faixa dos 40 anos ou mais. Em comparação, a maioria dos ouvintes da rádio na internet (61%) têm até 39 anos.

Para conhecer mais oportunidades que esse meio traz para sua marca, baixe o estudo Rádio Insights com mais dados sobre o assunto.


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