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As lideranças femininas para celebrar no Dia da Mulher

08/03/2021

No Dia Internacional da Mulher, temos alguns motivos para celebrar e muitos mais para continuar lutando por melhores condições de trabalho e de vida para elas. Por um lado, precisamos de mais respeito e segurança para mulheres no dia a dia. Por outro, devemos continuar em busca de oportunidades iguais entre os gêneros, inclusive rompendo o “teto de vidro” que torna mais difícil o caminho para as lideranças femininas.

Mas também é necessário reconhecer os avanços que estão ocorrendo ao nosso redor. São os impactos positivos, afinal, que nos inspiram a seguir em frente.

É esse outro lado que a NSC e o Negócios SC destacam nesta data. Em diversas ações pelo Dia Internacional da Mulher, falamos das conquistas e dos excelentes resultados que elas alcançam. Essa força feminina, inclusive, está no DNA da NSC, como orgulhosamente apresentamos em uma série de perfis das nossas líderes.

Além disso, para mostrar como uma mulher está alcançando novas fronteiras em uma das maiores empresas do País, o Negócios SC conversou com a primeira diretora executiva da ENGIE Energia Brasil. Conheça o exemplo de sucesso em liderança feminina de Luciana Nabarrete, nossa convidada especial no podcast.

O “teto de vidro” para lideranças femininas

No episódio do Negócios SC, abordamos a necessidade de mudar a cultura que, mesmo inconscientemente, impede as mulheres de alcançarem os cargos mais altos de decisão.

— Hoje, a gente tem pouca incidência feminina em cargos de gestão e há ainda uma diferença salarial entre mulheres e homens — comenta Luciana Nabarrete, diretora administrativa da ENGIE Brasil Energia.

Esse fenômeno é chamado “teto de vidro” — ou glass ceiling, do inglês. Ele se refere a uma barreira invisível, a uma prática não registrada, que mantém a mulher afastada das funções de elite. No contexto empresarial, essa divisa pode não estar presente no discurso da organização, mas é vista na prática, nos dados.

Para ilustrar esse problema, Gaby Laurentino cita na introdução do episódio que 42,4% dos cargos de gerência no Brasil são ocupados por mulheres, segundo informações do Ministério da Economia. No entanto, nas diretorias das empresas, o índice cai para 13,9%.

Fenômeno igual é visto na política. Nas eleições de 2020 no País, as vereadoras eleitas representam apenas 16% do total de vereadores brasileiros. Um número ainda menor é visto nas prefeituras, nas quais as mulheres são 12% dos prefeitos, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral.

É assim pelo mundo todo. Dos 193 Estados membros da Organização das Nações Unidas, somente 12 têm lideranças femininas em 2021.

Mas a NSC e o Negócios SC acreditamos na mudança, nas mais diversas áreas em que as mulheres estão presentes. Acreditamos também que conhecimento e bons exemplos são fundamentais para essa transformação.

Leia também: Mulheres na tecnologia: rompendo a barreira de gênero nas empresas

Luciana Nabarrete fala sobre empoderamento feminino no podcast Negócios SC.

Exemplos de mulheres inspiradoras

Para este Dia Internacional da Mulher, além da entrevista com Luciana Nabarrete, trouxemos no Negócios SC dezenas de perfis de lideranças femininas. São exemplos de empreendedorismo negro, de líderes sociais e políticas, de cientistas, de estrelas do entretenimento, mas, sobretudo, de mulheres que têm impacto positivo no mundo.

Nos negócios, apresentamos 10 CEOs brasileiras que você precisa conhecer. Elas atuam em diferentes áreas, com trajetórias e propósitos muito seus, e ensinam como a ideia de sucesso feminino pode ser diversa e inclusiva.

Pelo mundo, também buscamos referências de mulheres inspiradoras em destaque, à frente das finanças, dos movimentos políticos, da saúde, da ciência, das marcas, do esporte, entre outros setores. Por meio de tais inspirações, reconhecemos a força e a inteligência das mulheres em todas as esferas da sociedade.

Falando em ciência, no primeiro episódio do podcast “Rasga o Véu”, as comunicadoras Eveline Poncio, Mariana de Ávila e Milena Lopes conversaram com a geneticista Jaqueline Goes de Jesus, que sequenciou o coronavírus no Brasil, e a programadora Julia Machado. Elas falaram sobre a atuação das mulheres cientistas no País.

— Expanda os seus horizontes. Não há limites para o que você pode ser. Tudo é possível! — como reforça Nabarrete na entrevista ao Negócios SC.

Nas nossas redes, ainda celebramos grandes lideranças femininas da NSC, trazendo os perfis de muitas mulheres que estão à frente da empresa líder em comunicação em Santa Catarina. O sucesso da NSC no Estado se deve muito ao esforço e à competência dessas profissionais.

Leia também: Globo mostra os desafios profissionais da mulher no Brasil

Campanha do Dia Internacional da Mulher no Instagram do Negócios SC.

Ouça o episódio do Dia da Mulher no podcast Negócios SC

Em conversa com Gaby Laurentino, a entrevistada especial comenta sobre o papel das empresas na luta para ampliar a participação feminina nos cargos mais elevados das organizações.

Nabarrete, que em novembro de 2020 tornou-se a primeira diretora administrativa da empresa no Brasil, mostra como ações práticas podem mudar o cenário de desigualdade de gênero. Ela dá o exemplo dos programas implementados pela ENGIE, cuja meta até 2030 é chegar a 50% de mulheres em cargos de liderança. Sendo possível mudar a realidade dentro dos negócios, podemos mudar a sociedade como um todo.

Como exemplo de medida efetiva, ela cita o Programa de Aceleração de Carreira.

— É um programa de desenvolvimento que busca promover um autoconhecimento e, a partir daí, contribuir para um maior empoderamento das mulheres dentro da ENGIE. Eu participei e foi uma experiência riquíssima — informa Nabarrete.

Outra ação importante visa a garantir a participação feminina nos processos seletivos para cargos de decisão. Isso tem um efeito positivo em todos os níveis da ENGIE, porque reforça o esforço de capacitação das mulheres para que participem dessas etapas.

— Em todos os processos de seleção, a gente deve ter pelo menos uma mulher participando da lista final para, a partir dali, escolher a pessoa que está mais habilitada para a função a qual a estamos selecionando. Isso faz com que a gente consiga ampliar a base — explica a diretora.

Por fim, Nabarrete ainda oferece dicas para as mulheres que sonham em chegar às funções de liderança. Nesse caminho será preciso lidar com todo tipo de pressão, diante das quais ela aconselha:

— Ninguém é capaz de fazer tudo ao mesmo tempo da melhor forma. Então, não assuma essa tarefa de ser boa em tudo, ao mesmo tempo, sozinha. Dessa forma, você tira de si a culpa por eventualmente não conseguir fazer alguma atividade.

Ouça a entrevista completa com Luciana Nabarrete no podcast Negócios SC. O episódio está disponível de graça nas plataformas Spotify, Deezer e SoundCloud.


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