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6 tendências que vão moldar 2022

08/02/2022

Dois temas têm sido onipresentes nos debates do mundo dos negócios: metaverso e NFT. No entanto, por mais badalados que estejam esses assuntos, eles ainda estão longe de representar a realidade da maioria das empresas.

Enquanto isso, outras tendências conseguem ter abrangência global e, ao mesmo tempo, impacto direto em empreendedores de diferentes portes e segmentos. Então, para quem está de olho nas transformações mais próximas do dia a dia, destacamos aqui seis tendências que vão moldar 2022.

Acompanhe!

6 tendências para 2022 (além de metaverso e NFT)

1. Admirável Mundo Verde

Altas temperaturas recordes pelo mundo, dos 45 °C na Patagônia argentina até os 49,5 °C no Canadá, tornam mais palpável a ameaça que o aquecimento global representa. Diante desse problema, todos são chamados a agir: pessoas comuns, governos e, claro, as marcas.

Dados da Euromonitor International mostram, por exemplo, que 67% dos consumidores tentaram realizar ações positivas em prol do meio ambiente em 2021. E dentro da sua possibilidade de atuação está a escolha de marcas mais sustentáveis.

Para os negócios, o desafio é reduzir a pegada de carbono. Ou seja, diminuir ou compensar a emissão total de gases de efeito estufa.

No entanto, há um obstáculo para a massificação de produtos verdadeiramente sustentáveis: eles costumam ter um preço maior e, neste momento, o consumidor brasileiro está cauteloso com gastos por causa da inflação. Uma solução para as empresas é investir na compensação de impacto ambiental, reduzindo a “culpa” de consumir.

Leia também: Raio X do Catarinense analisa a intenção de compra em SC

Ações ambientais ajudam a fortalecer a imagem do negócio. (Foto via Freepik).

2. A nova velha rotina

O Brasil entra em 2022 com cerca de 70% da população com duas doses ou dose única contra a Covid-19. Essa marca, somada à redução nas restrições à circulação, faz o público retomar a rotina fora de casa. Em alguns casos, a movimentação chegou a superar o período pré-pandêmico.

Nesse sentido, uma pesquisa do aplicativo Waze revela um aumento em certos trajetos, em setembro de 2021 frente ao mesmo período de 2019:

  • 32,1% de alta para salões de beleza;
  • 22,4% de alta para o varejo em geral;
  • 14,4% de alta para restaurantes.

Por outro lado, a pandemia mudou um aspecto essencial da rotina: o local de trabalho. De acordo com uma sondagem da Robert Half, 48% das empresas seguirão o modelo de trabalho híbrido em 2022, enquanto um número menor delas (38%) voltará ao esquema 100% presencial. Como veremos, isso terá impactos em diversas áreas ao longo do ano.

3. Bleisure: negócios + lazer

Bleisure é uma palavra que pode soar estranha a princípio, mas se refere a uma prática que deve ser cada vez mais comum daqui em diante. Ela significa a mistura de business e leisure, ou seja, negócios e lazer.

Diante da possibilidade de trabalhar remotamente, profissionais podem escolher de onde trabalhar. Então, por que não aproveitar para conhecer outro lugar? Inclusive, segundo uma pesquisa da Booking.com, 83% das pessoas consideram o ato de viajar como necessário à manutenção do bem-estar.

O Airbnb revela, por exemplo, que 20% das reservas feitas pela plataforma em 2021 foram para estadias de um mês ou mais.

Sejam nômades digitais, sejam viajantes esporádicos dentro do próprio estado, eles criam uma demanda particular por onde passam. Empresas relacionadas ao turismo e hospedagem devem ficar atentas a esse perfil, oferecendo a estrutura necessária para trabalho durante o momento de negócio e alternativas para as horas de lazer.

Além disso, o comportamento estimula toda uma economia de serviços voltados para esse público em trânsito.

Leia também: Pesquisa revela o cenário do turismo no Brasil em 2022

4. All-commerce

A tendência do e-commerce continua em alta neste ano. Para se ter uma ideia de como esse mercado cresceu, entre o primeiro semestre de 2019 e o mesmo período de 2021, as vendas on-line subiram de R$ 26,4 bilhões para R$ 53,4 bilhões no Brasil. Os dados são de Ebit | Nielsen e NeoTrust.

Mas para entender o panorama das vendas em 2022 precisamos olhar além do comércio eletrônico. Nesse sentido, a palavra do ano é omnichannel, com empresas integrando diversos canais para gerar negócios.

As lojas físicas, portanto, continuam relevantes. Segundo a Euromonitor, elas serão responsáveis por 82% das vendas no varejo até 2025. E 74% dos catarinenses afirmam que elas serão o principal canal de compra em 2022.

O que muda é o papel da loja física na jornada de compra. Ela se torna muito mais um espaço de experimentação e consolidação da marca, mesmo que a conclusão da venda ocorra pelos canais digitais. É por isso que gigantes da tecnologia como Google, Amazon e Apple, as big techs, investem nesses espaços, porque são importantes para se conectarem com o público.

Dados sobre omnichannel. (Via Think With Google)

5. Plano B como estratégia

Restrições a estabelecimentos físicos, dificuldades de abastecimento e novas demandas do mercado forçaram as empresas a adotar modelos de negócio diferentes do que costumavam ter. É o caso das marcas que começaram a vender no off trade, permitindo que o consumidor pudesse comprar no varejo produtos que antes eram consumidos apenas em lugares específicos.

Mas não foram só as marcas que precisaram mudar. O consumidor teve de se adaptar também, buscando novas formas de comprar. Os clubes de assinatura de produtos, por exemplo, tiveram um aumento de faturamento perto dos 20% em 2021 na comparação com o ano anterior, como aponta a Betalabs.

A lição é que as marcas devem procurar alternativas de negócio antes de precisarem de fato delas. Assim, podem desbravar novas oportunidades de faturamento de forma mais ordenada e segura.

6. O vô tá on!

Enquanto os profissionais de marketing se perguntam como alcançar a Geração Z, outro público também cresce na internet: são os idosos digitais.

Segundo a Euromonitor International, 82% dos consumidores acima de 60 possuíam smartphone em 2021. Inclusive, o uso é bastante variado entre eles:

  • 81% navegam on-line;
  • 72% visitam portais de notícias;
  • 60% usam as redes sociais;
  • 45% usam serviços bancários;
  • 24% fazem pagamentos.

Então fica a pergunta, sua estratégia digital inclui esse perfil de consumidor?

Para saber mais sobre o comportamento do público, baixe gratuitamente o Raio X do Catarinense. Nele você verá dados importantes para vender mais em Santa Catarina.


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